terça-feira, 9 de setembro de 2008

A genética


Li, nesta semana, que os homens acabam de ganhar mais uma superdesculpa pra não quererem se amarrar em relacionamentos: mutações em um determinado gene, responsável pelo "compromisso", "ligações afetivas" e outras cositas do gênero.

Ahhh, pára! Agora tudo virou genética!

Vou pedir análise do DNA, dos cromossomas e das possíveis mutações pra todos os rapazes (jura, um batalhão) doravante. Recomendo que vocês façam o mesmo, garotas. Vai que a gente se vê no meio de uma paixão fulminante pelo cara com o genótipo errado? E, pior, se o genótipo for certo, mas o fenótipo não corresponder? E aí, Mendel?

Viciar-se é genética. Ser agressivo é genética. Ser inteligente é genética. Ser sociável é genética. Ser vingativo é genética. Ser competitivo é genética. Comprometer-se é genética.

Então, se tudo está predeterminado no manualzinho de instruções que é o DNA, por que diabos eu tenho que me esforçar tanto? Dá pra driblar a genética? Driblar a genética não é ir contra a força implacável da Mãe Natureza? (Questão incidental: será impressão minha, ou a força de toda mãe é implacável?)

Será que não dá pra torcar o meu Ácido Dexorribonucléico por outro, mais divertido?

2 comentários:

carlinha disse...

troca não, cib. afinal, as maridas devem compartilhar o mesmo DNA para serem tão compatíveis.
hehehe

beijinhos

Anônimo disse...

queri:
a melhor maneira de driblar a genética é casar com um rico, mas daqueles que valem a pena mudar o sobrenome.
afinal quem gosta de homem é veado, mulher gosta mesmo é de dinheiro...hahahahahaha
bjs carola