sexta-feira, 18 de maio de 2007

Eu na contra-mão

Muitas vezes me pego em situações bem indesejadas. Como quando empenho todos os meus esforços para agradar alguém e acabo ofendendo. Incrível como isso acontece comigo.

De duas, uma: ou a minha percepção é nula, ou as pessoas são imprevisíveis demais.

Sim, as pessoas são imprevisíveis...

E, quando me dão todos os indícios de que devo me afastar delas, insisto em permanecer - quem sabe eu estou errada, quem sabe a impressão que tenho é precipitada (bah!) - e quebrar a cara.

Então, tentando organizar o pensamento: as pessoas são imprevisíveis, eu ando com baixa percepção e me recusando a ouvir minha intuição.

Acho melhor parar tudo antes que o carro bata na árvore, né?

- Explicando a postagem -

Achei, não sei bem o porquê, que ser gentil, educada, amável, compreensiva e polida seria o bastante para me assegurar ser bem quista em um novo ambiente. Porém, os fatos insistem em vir na mão contrária. Quanto mais delicada eu sou, mais desperto a ira e a fúria de algumas pessoas. Vai entender a raça humana... Mas o que me deixa passada mesmo é ver que, em pleno século XXI, ainda topo por aí com gente que prefere impor o terrorismo, conviver com o pavor alheio e apagar todos os sorrisos por onde passa a aceitar pequenas mudanças como fatos positivos. Dá pra acreditar?

2 comentários:

Cintia disse...

Afffe!! Mais uma vez me vejo no que escreveu...Só que aqui já estou na fase do terrorismo assumido, afinal de contas, ultimamente parece que o prazo para que as coisas venham a baixo são dois anos...Bom, a vida é assim, quando uma coisa vai bem a outra ponta cai...o bom é que essa ponta eu posso costurar sem dores maiores heheh...sobreviverei!!!

Tita Aragón disse...

O mundo é que anda ao contrário de nós. Não, não é megalomania. É pura cosntatação dos fatos. EGO-ismo, TERROR-ismo... é uma epidemia de ISMOS... pena que não é só PSIQU-ismo!
Força na peruca, filha!