terça-feira, 2 de setembro de 2008


...nenhum som me importa
afora o som do teu nome que eu adoro.

E não me lançarei no abismo,
e não beberei veneno,
e não poderei apertar na têmpora o gatilho.
Afora o teu olhar
nenhuma lâmina me atrai com seu brilho.

(Vladimir Vladimirovich Mayakovsky)


Estive pensando sobre como o olhar atravessa, e vê o que tento deixar escondido.
O olhar alheio? Não... O meu próprio olhar...
Insistindo em voltar-se pra dentro, procurando, como se estivesse cutucando a ferida que começa a cicatrizar.

Assim não cura nunca, mocinha boba.
E, se sangrar, todo mundo vê.

Um comentário:

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